segunda-feira, 14 de julho de 2014

Rápidas 
Coqueiro; Wilton Lobo; Luiz Pedro; Augusto Neto e Cesar
Saba.
O ex-deputado estadual, Luiz Pedro, passou o final de semana em Caxias visitando amigos e correligionários políticos. Na manhã de domingo [13] durante uma conversa informal, o ex-parlamentar recebeu de Wilton Lobo o convite para participar do III Encontro da Velha Guarda caxiense que acontecerá nos dias 30, 31 de julho e 01 e 02 de agosto, Luiz Pedro confirmou presença no evento. A festa de confraternização reúne centenas de caxienses que vivem espalhados nas mais diversas regiões do Brasil e na oportunidade eles irão aproveitar para  matar a saudade dos amigos e da Princesa do Sertão. 



Candidato 
Na passagem por Caxias, Luiz Pedro confirmou que é candidato a deputado estadual pelo PCdoB, conta com o apoio e articulação politica no município dos amigos: Augusto Neto [ex-vereador] e de Neuvaldo Coqueiro. Vale lembrar que o ex-deputado estadual Luiz Pedro ocupou a Chefia de Gabinete do ex-governador Jackson Lago e tem também uma historia de luta na oposição maranhense contra a oligarquia Sarney, que há 50 anos domina a politica no Estado. 

Passou 
Passada a Copa do Mundo, agora as atenções estão voltadas para as eleições. Aproxima-se o momento da população brasileira realizar a maior e verdadeira manifestação legal, nas urnas no dia 05 de outubro na hora de votar. Que os manifestantes saibam escolher com sabedoria e inteligência seus representantes, tanto no Executivo, quanto no Legislativo, no nível estadual e nacional. Vote certo...   

Movimentação 
É pequena a movimentação no prédio da Câmara Municipal com o recesso dos vereadores. Pelos corredores da Casa apenas pessoas circulando em um entre e sai que não tem fim durante todo o dia, procurando falar com o vereador A, B ou C, mas muitas vezes os edis não são encontrados. 

Nas bases
Os edis estão aproveitando o recesso para visitar as bases eleitorais. É grande a movimentação dos vereadores nos finais de semana pelos distritos do município, vão em busca de apoio e de consolidação, já que 2016 não está tão longe, como alguns parlamentares descansados imaginam. 

Motivo de chacota
Enquanto alguns torcedores esperavam pelo menos que no sábado o Brasil se despedisse da Copa com dignidade e honrando a amarelinha, para outros apaixonados por futebol, a seleção virou motivo de chacota. O comerciante Sergio Saba [leia-se Med Farma] ficou indignado com o resultado do jogo contra a Holanda, cravou no bolão 5 X 0 para os europeus, e eles aplicaram somente 3 gols no time do senhor Luis Felipe Scolari, que nada tem de Felipão. Não entendo ainda esse aumentativo no nome do treinador brasileiro...  

Melancólica 
E terminou de forma melancólica a participação da seleção brasileira na Copa das Copas. Jogando um futebol feio e medíocre, nosso escrete, se é que podemos chamar de escrete, esbarrou na primeira barreira de ponta que cruzou, à Alemanha, o castigo foi impiedoso. Agora é levantar a cabeça, e que o futuro treinador possa  formar uma grande seleção para conquistarmos o inédito ouro olímpico nas Olimpíadas 2016, também em casa, no Rio de Janeiro.    

Flavio Dino demonstra força e capacidade de mobilização 

DSC_0166A ampla vantagem que tem nas intenções de voto, segundo todas as pesquisas registradas, parece não estar sendo levada em conta pelo candidato Flávio Dino, tamanha a disposição demonstrada na primeira semana de campanha. Favorito, mas com os pés no chão e iniciando a campanha como se estivesse atrás.
Dino sabe que enfrenta um adversário perigoso e capaz de tudo. O grupo que dá as cartas no Maranhão desde 1965, com pequenos intervalos, não vai deixar escapar o poder de graça. Lutará com todas as forças para reverter o imenso desgaste que tem entre a população do Maranhão.
Nas atividades que realizou em São Luís, na quinta, e ontem, em Imperatriz, a campanha de Flávio Dino demonstrou força, capacidade de mobilização e deu o tom do que será até o dia 05 de outubro: corpo a corpo com o eleitor.
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Foto: Blog da Kelly
Do outro lado, a primeira semana revelou alguns desacertos na campanha de Lobão Filho. As agendas marcadas para iniciar a campanha foram desmarcadas; o candidato foi representado na justiça eleitoral num caso que pode ter consequências para a pretensão do grupo Sarney em permanecer no Palácio dos Leões.
Uma semana é pouco, mas dá sinais: Flávio Dino começou a campanha com o mesmo dinamismo que fez toda pré-campanha; e Edinho Lobão Filho procurando o caminho para reverter o favoritismo do adversário.
Que venham as outras 11 semanas até a eleição. (Informe JP)
Alemanha bate Argentina e é tetra campeã... 

Foi realmente a Copa das Copas. Para a Alemanha. No Brasil, a seleção comandada por Joachim Low se sentiu à vontade para construir o seu próprio centro de treinamento, dançar com índios, vestir a camisa de clubes locais, torcer pelos anfitriões e até goleá-los por 7 a 1. Para completar, superou a Argentina por 1 a 0 na prorrogação da final deste domingo, no Maracanã, e garantiu o seu tetracampeonato mundial. O gol histórico foi marcado por Gotze.
Para os argentinos, que passaram toda a Copa do Mundo cantando que eram “papás” do Brasil por causa da vitória nas oitavas de final de 1990 (em referência a uma questionável freguesia do rival), o Mundial de agora teve o mesmo desfecho daquele de mais de duas décadas atrás. O time sul-americano voltou a perder uma decisão para o europeu, que havia derrotado em 1986. E já começou a se acostumar com o algoz, pois caiu diante do mesmo adversário nas quartas de final de 2006, nos pênaltis, e de 2010, com uma goleada por 4 a 0.
Desta vez, a Alemanha encontrou tantas dificuldades quanto em 2006. Encontrou uma Argentina bem postada na defesa e disposta contra-atacar com o talento de Lionel Messi, eleito quatro vezes o melhor jogador do mundo. O grande destaque da partida, entretanto, foi Gotze, que aproveitou um cruzamento de Schurrle aos sete minutos no segundo tempo da prorrogação, matou no peito e bateu cruzado para ser o carrasco argentino no Rio de Janeiro.
Campeã em 1954, 1974, 1990 e agora 2014, a Alemanha chegou à quarta conquista 24 anos após a terceira, exatamente como haviam feito a também tetracampeã Itália e o pentacampeãoBrasil. Dessa maneira, tornou-se ainda a única equipe europeia a levantar um troféu nas Américas, além de ter impedido que os argentinos comemorassem o seu próprio Maracanazo no estádio onde o Uruguai derrotou a Seleção Brasileira em 1950.
O jogo – Enquanto pintava o seu rosto com as cores azul e branca em um dos banheiros doMaracanã, um argentino comentava com outro que, mais uma vez, o público brasileiro estava contra a sua seleção. “Deixem estar. Foi assim em todos os jogos que ganhamos”, gargalhou o segundo, enquanto os torcedores locais enalteciam os mil gols de Pelé e chamavam Maradona de “cheirador”.
Não demorou muito para os argentinos abafarem a cantoria dos brasileiros nas arquibancadas. Com muita intensidade, eles bradaram o provocativo hit sobre a Copa do Mundo de 1990, ironizaram quando Neymar apareceu nos telões do estádio e ovacionaram na hora em que a imagem foi substituída pela de Lionel Messi. Continuaram empolgados ao assistir ao zagueiro espanhol Carles Puyol levar o troféu do Mundial a campo ao lado do modelo brasileira Gisele Bundchen e no instante em que as autoridades de outros países eram recepcionadas pela presidente Dilma Rousseff.
O que todos queriam realmente ver, no entanto, eram os jogadores finalistas. Passada a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo, as seleções de Alemanha e Argentina foram juntas a campo e trocaram os últimos abraços antes de passarem a lutar pelo troféu mais cobiçado do futebol. Com tanto empenho quanto o de quem gritava do lado de fora do gramado. Foram muitas as divididas ríspidas nos primeiros minutos de decisão.
Credenciada pela sua boa campanha na Copa do Mundo, a Alemanha tomou a iniciativa de atacar. Mas se mostrou um pouco desorientada com seguidos erros de passes dos zagueiros Hummels e Boateng. No meio-campo, não estava Khedira, que chegou a ser anunciado como titular e contundiu a panturrilha direita no aquecimento. Acabou substituído pelo jovem Kramer.
Já a Argentina se armou para tirar proveito de qualquer vacilo alemão. Escolado pela goleada de 7 a 1 que o Brasil sofreu contra o mesmo oponente, o técnico Alejandro Sabella manteve a força defensiva de sua equipe e a preparou para os contra-ataques. Foi em uma investida rápida que Higuaín descobriu o melhor caminho para o gol – o lado direito –, invadiu a área e finalizou cruzado. A bola não saiu nem pela linha de fundo, porém levantou de vez o público azul e branco.
Kramer, ao contrário, foi ao chão. O substituto de Khedira chocou o seu rosto com o ombro de Garay e ficou tão grogue quanto os jogadores brasileiros que beberam as águas batizadas oferecidas pelos argentinos no histórico confronto de 1990. A ponto de apenas assistir a uma cobrança de falta da Argentina e ser empurrado por um companheiro para acordar. Não adiantou. Pouco mais tarde, teve de sair de campo amparado para a entrada de Schurrle.
O time argentino foi ao ataque diante da momentânea tontura alemã. Aos 20 minutos, Kroos errou um cabeceio para trás e deixou Higuaín à frente do goleiro Neuer. O centroavante desperdiçou a melhor chance de gol até então ao concluir para fora. Aos 29, em uma nova oportunidade, ele recebeu cruzamento rasteiro da direita (sempre por lá) de Lavezzi e comemorou furiosamente ao completar para a rede. Em posição de impedimento.
Percebendo que a Argentina crescia em campo, a torcida brasileira aumentou o tom nas arquibancadas. “Pentacampeão!”, gritava, para apoiar o time que aplicou o maior vexame da história da Seleção. O incentivo foi premiado com uma grande jogada pela esquerda de Muller, aos 36 minutos. Em sua primeira participação na partida, Schurrle correu para arrematar e obrigou Romero a fazer grande.
A partir dali até o final do primeiro tempo, a decisão ficou aberta. Messi chegou a passar por Neuer – pela direita – em uma arrancada, mas esbarrou na zaga alemã. Do outro lado, já nos acréscimos, Howedes respondeu cabeceando a bola na trave depois de cobrança de escanteio. Muller, impedido, tentou ficar com o rebote na pequena área e deixou a impressão de que o jogo se tornaria ainda mais emocionante após o intervalo. Os times desceram para os vestiários sob aplausos.
Na volta, Sabella confiou em Aguero, recém-recuperado de lesão muscular, na posição de Lavezzi. E quase celebrou um gol logo no primeiro minuto. Messi recebeu a bola de Biglia, invadiu a área com liberdade e ficou em ótima posição para abrir o placar. O chute de chapa, cruzado, passou muito perto da trave. Joachim Low, até então calmo no banco de reservas, assustou-se e foi para a beira do campo.
Com o passar do tempo, no entanto, as jogadas técnicas rarearam. A tensão das duas seleções em uma final de Copa do Mundo foi extravasada com uma sequência de lances violentos. Neuer fez novas vítimas com as suas já tradicionais saídas estabanadas do gol, e Mascherano comandou as faltas mais duras do lado da Argentina. Messi, por sua vez, sumiu um pouco com a mudança de panorama da final – talvez por cansaço. A torcida do time sul-americano notou e gritou o nome do seu principal jogador, fazendo gesto de reverência com os braços.
Sabella revolveu dar nova companhia ofensiva a Messi, substituindo o esforçado e aplaudido Higuaín por Palacio. Ainda assim, a Alemanha voltou a ser mais presente no ataque. Só teve o seu volume de jogo interrompido por um torcedor que invadiu o gramado, aos 36 minutos, e pela última alteração da Argentina. Pérez cedeu a sua vaga para Gago. Low também mexeu em sua equipe, trocando o veterano goleador Klose por Gotze.
As mudanças não se refletiram no marcador do tempo regulamentar. Exaustos, os argentinos que bateram a Holanda nos pênaltis nas semifinais teriam que disputar mais uma prorrogação. A Alemanha, embora já não gozasse do mesmo fôlego de antes, havia ganhado com folga do Brasil na fase anterior e teoricamente teria mais forças para o tempo extra.
Foi o que se viu no primeiro ataque da etapa inicial da prorrogação. Schurrle fez ótima tabela pela esquerda e bateu de primeira de dentro da área. Romero deu um rebote perigoso, espanado pela defesa da Argentina – novamente conformada em jogar à base de contragolpes. Pela Alemanha, a pressa era tamanha que até Neuer cobrava lateral.
À exceção de uma chance para Palacio (que encobriu o alemão com muita força), contudo, a primeira parte da prorrogação não teve novas grandes possibilidades de gol. No segundo, chamou a atenção um corte no rosto de Schweinsteiger, que sangrou abundantemente após uma disputa de bola com Aguero. Pouco depois, ele e todos os alemães ganharam um motivo para chorar. De alegria.
Aos sete minutos, Schurrle avançou pela esquerda e fez o cruzamento. Gotze aproveitou o mau posicionamento da defesa argentina, dominou a bola no peito e desferiu um chute cruzado para repetir o placar da final da Copa do Mundo da África do Sul no Brasil. Era o que faltava para os brasileiros novamente gritarem para celebrar Pelé, ainda com mais títulos mundiais do que a Argentina. E para os alemães cantarem o merecido tetracampeonato em sua Copa das Copas.

domingo, 13 de julho de 2014

Impugnações no Maranhão 


Além da impugnação do registro da candidatura para governador de Edinho Lobão [PMDB], pelo menos mais três importantes impugnações foram registradas ontem (12) no Ministério Publico Eleitoral. 
O petista Márcio Jardim impugnou a candidatura de Nina Melo (PMDB), filha do presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo, também do PMDB.
O Ministério Público Eleitoral (MPE) impugnou a candidatura do suplente de deputado estadual Luciano Genésio – ele também foi impugnado pelo vice-prefeito de Pinheiro, César Soares (PT).
E a pré-candidata a deputada Valéria Braga impugnou a candidatura do suplente de senador Raimundo Monteiro (PT).
Todos os casos devem ser julgados pelo TRE até o dia 5 de agosto. Ainda neste sábado o MPE deve encaminhar à Justiça Eleitoral uma lista com pelo menos 20 impugnações.
Marina Silva critica domínio da oligarquia e pobreza repetida no MA 

Lençóis de esperança, por Marina Silva (ambientalista, historiadora, pedagoga e ex-candidata a presidente da República)
Ontem, em passagem mais uma vez pelo Maranhão, tive a oportunidade de revisitar uma admiração cultivada à distância. Sempre escutei falar de um povo que vivia lá onde termina a floresta amazônica, no encontro com a caatinga e o cerrado, cheio de ricas tradições e conhecimentos, vivendo com grandes sacrifícios em meio a uma grande riqueza natural.
Nessa terra distante sobressaía, como em outras, o traje de seus representantes políticos, muitos deles quase hereditários, mas eram os minúsculos e infinitos grãos de areia que bordavam delicados lençóis para lindamente envolver seu tão desamparado povo.
marina_silva3Um belo povo. Já nas lutas dos povos extrativistas, aprendi a admirar as “quebradeiras de coco babaçu”. Mais de 300 mil pessoas – predomínio absoluto das mulheres, cerca de 90% – trabalhando com o fruto de uma palmeira que é uma dessas dádivas da natureza e gera alimento, energia, cosméticos, uma grande variedade de produtos.
A histórica luta dessas mulheres por seus direitos começa pelo acesso livre às palmeiras em terras que eram ancestralmente comunitárias e só depois conheceram as cercas e as ameaças de derrubada para outros usos da terra. Na continuação, os direitos sociais para milhares de famílias de uma região onde o Estado demorou a chegar com equipamentos mínimos, como escolas e postos de saúde. Aos poucos, o Brasil e o mundo foram conhecendo e reconhecendo o valor dessas pessoas.
Uma das coisas que aprendi no debate sobre os direitos dessas populações foi a questionar a visão que ainda predomina sobre sua participação na economia e seu lugar no futuro. Costumamos pensar o desenvolvimento econômico como uma superação do atraso, com investimentos e tecnologias que vêm “de fora”, muitas vezes jogando fora a história, a tradição e o conhecimento longamente elaborados pelas populações nativas.
A valorização dos produtos das mulheres que trabalham com o babaçu, que hoje alcançam sofisticados nichos de mercado no exterior, mostra que temos um enorme potencial de desenvolvimento. E que esse desenvolvimento é econômico, mas também social, ambiental e cultural. Todas as dimensões da vida humana ganham valor quando não perseguimos apenas o lucro, mas também a justiça.
Com o tempo, fui aprendendo outras coisas sobre o Maranhão. Sempre admirei o povo, mas me espantava o domínio de oligarquias, o atraso da política, a pobreza repetida durante tantos anos.
Ainda hoje é assim. A capital tem algum investimento, uma maior presença do poder público, mas apenas a metade das ruas tem serviços urbanos integrados: pavimentação, esgoto e energia elétrica. O transporte público é muito precário. Tem bolsões de pobreza extrema que alcançam cerca de 6% da população. E se a capital tem problemas tão graves, o interior é ainda pior.
Na avaliação nacional da educação, o Maranhão vai mal. Tem cinco escolas na lista das 20 piores escolas do país. Entre as 20 melhores, não tem nenhuma. É o mesmo para a Saúde e a segurança: nos principais índices sociais, fica sempre abaixo da média entre os estados brasileiros, em alguns casos nas últimas posições.
Eduardo Campos e eu conhecemos as dificuldades do Maranhão, mas ao vê-las de perto atualizamos nossas esperanças de que um bom plano de desenvolvimento local pode mudar muita coisa. Um plano de compromisso claro com a ideia de uma economia socialmente inclusiva e culturalmente diversificada, onde há apoio e lugar para pequenos, grandes e médios produtores e investidores.
Sentimos essa mudança porque entramos em contato também com o povo, com as organizações civis, com lideranças e pensadores locais. Neste ano, especialmente, há um ar diferente na região. Há uma oportunidade de se reunirem os bons projetos e encontrar nas eleições um momento de debate e mudança.
No Maranhão, em todo o Nordeste, no país inteiro, pode ser este um momento de superação.

sábado, 12 de julho de 2014

Pela 4ª vez na historia dos Mundiais, Brasil disputa o 3º lugar

A Seleção Brasileira encara na tarde deste sábado no estádio Mané Garrincha (Brasilia) sua dura realidade: enfrenta a Holanda na disputa do terceiro lugar na Copa do Mundo 2014. Mais do que um prêmio de consolação, encerrar com vitória a participação como anfitrião do Campeonato é uma necessidade para quem busca dignidade. Será o primeiro jogo da equipe que já era marcada  por chorar demais e, na terça-feira, derramou lagrimas de desespero ao cair na semifinal perdendo por 7X1 da Alemanha no Mineirão. 

Na história das Copas, será a 4ª vez que o Brasil irá disputar o 3º lugar, antes havia sido em 1938; 1974 e 1978. Neste tipo de disputa a Seleção Brasileira foi derrotada apenas em 74, quando perdeu para a Polônia por 1X0 e ficou em 4º lugar. Este jogo inclusive ficou marcado pela briga no vestiário, entre o goleiro Leão e o lateral-esquerdo Marinho Chagas. O arqueiro responsabilizou o defensor pelo gol polonês marcado por Lato.

A ultima participação brasileira na disputa do terceiro lugar foi na Copa da Argentina - 78. O Brasil disputou com a Itália e venceu de virada por 2X1 ficando com o titulo de "campeão moral", já que o escrete canarinho encerrou de forma invcta a campanha do Mundial na casa do hermanos e, somente perdeu a vaga na final, após a marmelada feita pelo Peru que entregou o jogo para os argentinos. Todos sabem, a Argentina para ultrapassar os brasileiros no saldo gols, precisava vencer os peruanos por uma diferença de 4 gols e facilemente conseguiu, venceu por 6X0.

Veja fotos das equipes do Brasil que disputaram o terceiro lugar em Copas:

Seleção Brasileira - 1938 na França - 3º lugar


Seleção Brasileira - 1974 na Alemanha - 4º lugar
Campeão moral, Brasil - 1978 - Copa na Argentina - 3º lugar invicto




20 candidaturas na mira da Justiça Eleitoral 

Raimundo Louro aparece varias vezes na lista dos tribunais de conta do
Estado e da União 
A Procuradoria Regional Eleitoral promete impugnar pelo menos 20 candidaturas registradas no Tribunal Regional Eleitoral para as eleições de outubro. Os procuradores eleitorais ainda não divulgaram nomes, mas garantiram que as ações já estão prontas. De acordo com a Justiça Eleitoral, o prazo para impugnações termina às 19h de hoje. Até ontem, somente dois candidatos haviam sido acionados.
Segundo o procurador eleitoral substituto Thiago de Oliveira, é preciso analisar os motivos pelos quais os gestores foram incluídos na lista dos tribunais de contas. “O fato de fazer parte de uma lista do TCE ou TCU não significa necessariamente que o político já esteja inelegível. Depende do motivo e isso o Ministério Público Eleitoral vai analisar”, afirmou Thiago de Oliveira.
Por enquanto, não houve divulgação de nomes, mas entre os esperados para compor essa lista está pelo menos dois candidatos à reeleição: o deputado federal Waldir Maranhão (PP), que teve as contas de campanha de 2010 rejeitadas pela Justiça Eleitoral, e o deputado estadual Raimundo Louro (PR), condenado quando era prefeito de Pedreiras.
O deputado não conseguiu explicar a origem de R$ 600 mil captados e gastos em sua campanha. Além de ter tido as contas rejeitadas pela Corte Eleitoral, Waldir Maranhão ainda é processado em uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE). No fim do ano passado, os juízes do TRE aprovaram a quebra dos sigilos bancários e fiscais do parlamentar.
Já Louro aparece várias vezes na lista dos tribunais de contas do Estado e da União.
Prazo - A impugnação de candidatos estava permitida desde segunda-feira, após registro de candidaturas. Até ontem, apenas uma impugnação, contra um candidato a deputado estadual e outro candidato a federal.
O candidato a deputado estadual acionado é João Luciano Silva Sales (SDD) está com o pedido de registro de candidatura impugnado por César Augusto Lima Soares. Outro que foi impugnado foi o candidato a deputado federal Raimundo Carvalho (PTB), de Barra do Corda está sendo impugnado por Wellington Reis.
Como ainda não houve a distribuição do processo, ainda é impossível verificar os motivos para a impugnação da candidatura.
As ações da Procuradoria Eleitoral devem ser registradas no TRE exatamente no fim do prazo para isso. A base para as impugnações do PRE será a Lei da Ficha Limpa.
O Estado