sábado, 5 de julho de 2014

Definidas as coligações que apoiam a candidatura de Lobão Filho 

eleiçõesDepois de muita discussão, enfim neste sábado (05), último dia para registro no Tribunal; Regional Eleitoral, os 18 partidos que apoiam a candidatura de Lobão Filho (PMDB), ao Governo do Maranhão, definiram a composição das coligações que irão disputar as eleições 2014.
Para deputado federal serão quatro coligações e o Blog destaca abaixo:
Coligação 1 – PMDB – PV – PRB – PTB – DEM – PR (seis partidos);
Coligação 2 – PRP – PRTB – PTN – PSDC – PSL (cinco partidos);
Coligação 3 – PTdoB – PSC – PEN – PMN – PHS (cinco partidos);
Coligação 4 – PT – PSD (dois partidos);
Para deputado estadual serão três coligações e três partidos saem sozinhos. Veja abaixo:
Coligação 1 – PMDB – DEM – PV – PTB – PR – PRTB – PTdoB – PSC (oito partidos);
Coligação 2 – PHS – PEN – PMN – PSD (quatro partidos);
Coligação 3 – PTN – PRP – PSDC (três partidos);
Sozinhos – PSL – PT – PRB esses três partidos preferiram não coligar e sairão sozinhos;
O senador Lobão Filho deverá registrar sua candidatura ao Governo do Maranhão, no TRE-MA, às 17h. O presidente da Assembleia, deputado Arnaldo Melo (PMDB) será o candidato a vice-governador e o deputado federal Gastão Vieira (PMDB) será o candidato a senador. Também ficou acertado que Raimundo Monteiro (PT) será o primeiro suplente e Remi Ribeiro (PMDB) será o segundo suplente.
Caxias e seus fatos históricos 
Wybson Carvalho 

A história de Caxias começa no século XVII, com o Movimento de Entradas e Bandeiras ao interior maranhense para o reconhecimento e ocupação das terras às margens do Rio Itapecuru, durante a invasão francesa no Maranhão, principalmente com o trabalho valoroso dos missionários religiosos em busca de almas para a fé cristã.
O local onde se acha situada a bela cidade de Caxias foi, primitivamente, um agregado de grandes aldeias dos índios Timbiras e Gamelas que conviviam pacificamente com os franceses. Porém, com a expulsão dos franceses do Maranhão, em 1615, os portugueses reduziram tais aldeias à condição de subjugadas e venderam suas populações, como escravos, ao povo de São Luís.
Várias denominações foram impostas ao lugar, dentre as quais: Guanaré - denominação indígena -, São José das Aldeias Altas, Freguesia das Aldeias Altas, Arraial das Aldeias Altas, Vila de Caxias e, finalmente, e por meio da Lei Provincial número 24, datada de 5 de julho de 1836, fora elevado à categoria de cidade com a denominação de Caxias. Foi na Igreja de São Benedito que, em 1858, o antístite da Igreja Maranhense, Dom Manoel Joaquim da Silveira, denominou Caxias com o título A Princesa do Sertão Maranhense.
É bom lembrar que, ao contrário do que muita gente pensa, o nome Caxias não se atribui a Luís Alves de Lima e Silva, patrono do Exército Brasileiro. Ele, sim, recebeu o título Barão de Caxias, por ter sufocado a maior revolução social existente no Estado do Maranhão: a Balaiada. A cidade de Caxias foi palco da última batalha do movimento. Posteriormente, já em terras do Rio de Janeiro, o Barão de Caxias foi condecorado, novamente, com o título de Duque de Caxias.
Nome – Geralmente quando os portugueses criavam, em um lugar, uma Vila, mudavam-lhe o nome, às vezes criando uma homônima do Reino nas Colônias. Inicialmente, a grafia Cachias viera de Portugal, que se refere a uma excelente Quinta Real que existia nos arredores de Lisboa perto de Oeiras (Portugal), outra bonita quinta do Marquês de Pombal, que era também residência real. Nessa área, existia uma estação de caminho de ferro de Cascaes, onde cascaes é lugar que tem uma estação balneária, com água excelente e caldas térmicas muito procuradas para o tratamento de paralisias e reumatismo.
Situada na mesorregião do leste maranhense e na microrregião do Itapecuru, Caxias tem uma área de 5.313.10 km², dentre os 333.365,00 km² do estado, e está a 365 quilômetros da capital do Maranhão, São Luís, e uma população de, aproximadamente, 156 mil habitantes. Geograficamente, em relação ao território nacional, o município de Caxias está localizado na região Nordeste do Brasil, oeste do norte brasileiro e a leste do Estado do Maranhão.
Delimitada, a atual área do município equivale somente a 45,45% da área original de 11.691 km², antes das emancipações de Timon, Aldeias Altas, Coelho Neto, Codó e São João do Sóter. É limitada ao norte pelos municípios de Codó, Aldeias Altas e Coelho Neto, ao sul pelos municípios de São João do Sóter, Governador Eugênio Barros, Parnarama, Matões e Timon, ao leste pelo estado do Piauí, e a oeste pelos municípios de Buriti Bravo e Gonçalves Dias.
Para o orgulho de todos caxienses, a cidade de Caxias está eternizada pelos seus filhos: o poeta Antônio Gonçalves Dias e o filósofo Raimundo Teixeira Mendes, em dois dos principais símbolos nacionais: o Hino Nacional Brasileiro e a Bandeira Nacional Brasileira, respectivamente. No Hino Nacional Brasileiro, há em uma das suas estrofes dois versos do poeta Gonçalves Dias: Nossos bosques têm mais vida / Nossa vida em teu seio mais amores.
Na Bandeira Nacional Brasileira, há a insígnia no centro extraída do lema positivista escrito pelo seu idealizador e filósofo caxiense Teixeira Mendes: “O povo brasileiro assim como a maioria dos povos ocidentais acha-se urgentemente solicitado por duas necessidades, ambas imperiosas e que se resumem em duas palavras: Ordem e Progresso”.
Comando da PM faz balanço positivo do policiamento durante os festejos juninos 

O Comando do 2º Batalhão de Polícia Militar, que tem à frente o Major Jurandir Braga, fez um balanço positivo das atividades policiais desencadeadas durante os festejos juninos (São João) nas cidades que integram a sua área circunscricional.

O Comandante afirmou que, de modo geral, as festividades alusivas à “festa do milho” transcorreram dentro de um clima de paz e seguridade social. O Major Jurandir afirmou, ainda, que pequenas ocorrências foram registradas, mas ambas relacionadas ao roubo de objetos, como celulares.

O balanço final do período mostra ainda que não houveu um homicidio. O comandante fez questão de enfatizar que já são contados 33 dias sem ocorrer  assassinato no município. Para garantir a tranquilidade e normalidade, durante os jogos da Seleção Brasileira o trabalho vai ser intensificado para maior comodidade e segurança nas comemorações das vitórias na fase final da Copa do Mundo. 
Dilma Rousseff se une à corrente pelo camisa 10 do Brasil: Força Neymar 

A presidente Dilma Rousseff se juntou aos milhares de torcedores no Brasil e no mundo que lamentam a lesão de Neymar. Por meio das redes sociais, Dilma postou uma mensagem de apoio ao camisa 10 da seleção brasileira, que não vai mais poder atuar na Copa do Mundo por conta de uma fratura na terceira vértebra sofrida depois da joelhada de Zúñiga, na vitória da Seleção por 2 a 1 sobre a Colômbia, nesta sexta-feira.
- Como todos os brasileiros, sou solidária a Neymar. #ForçaNeymar. É hora de união em torno da #SeleçãoBrasileira de Felipão e Parreira. #VaiBrasil - postou.
Dilma Rousseff manda recado para Neymar (Foto: Reprodução/Twitter)Dilma Rousseff manda recado para Neymar (Foto: Reprodução/Twitter)
Apesar do drama, Neymar segue com o grupo e vai usar uma cinta. A primeira previsão seria de quatro a seis semanas necessárias para a recuperação. No entanto, ainda há a necessidade de se verificar todos os resultados dos exames feitos pelo camisa 10, que deixou o hospital por volta das 21h28 (de Brasília) e seguiu para a Base Aérea, de onde voa normalmente com a delegação para o Rio de Janeiro. Ele seguirá com a equipe na Granja Comary.
com informações do Globoesporte.com 
Neymar fratura a vértebra e está fora da Copa do Mundo 
O jogador tomou uma forte joelhada desferida pelo colombiano Zunga

Foto: Getty Images
A Seleção Brasileira perdeu seu principal jogador para o restante da Copa do Mundo. Submetido a exames depois da partida desta sexta-feira, contra a Colômbia, o atacante Neymar sofreu uma fratura na vértebra e não tem mais condições de atuar neste torneio.
A Seleção Brasileira perdeu seu principal jogador para o restante da Copa do Mundo. Substituído no decorrer do segundo tempo da partida contra a Colômbia, nesta sexta-feira, o atacante Neymar foi encaminhado a um hospital de Fortaleza, onde passou por exames, que detectaram uma fratura na vértebra. Assim, o jogador não tem mais condições de atuar neste torneio.
“O exame de tomografia computadorizada mostrou uma fratura no processo transverso na terceira vértebra lombar, uma fratura na região da coluna. Não é uma fratura grave, mas limita os movimentos. Ele vai sentir dor, precisa de imobilização com uma cinta lombar e não terá condições de jogar. O prazo é curto, uma semana, e não tem condições, mas em termos de recuperação a expectativa é de uma consolidação futura”, afirmou o médico da Seleção, Rodrigo Lasmar, ao Sportv.
O lance aconteceu nos minutos finais da partida, quando o camisa 10 da Seleção Brasileira sofreu uma joelhada de Zuñiga nas costas. Assim que o atacante caiu no gramado, o lateral esquerdo Marcelo se aproximou para tentar ajudá-lo, mas o colega de equipe não se levantou.
Assim, o atacante recebeu atendimento e, ainda no gramado, o médico José Luiz Runco fez o gesto de substituição. O atleta foi retirado do gramado de maca, substituído pelo zagueiro Henrique, aos 42 minutos da etapa final
Em seguida, chorando, Neymar foi levado a um hospital, onde passou pelos exames detalhados. Lasmar ainda não estipulou um prazo exato de recuperação, apesar de saber que não há condições de voltar a jogar na última semana da Copa.
“Vamos ver depois (o prazo final), mas serão algumas semanas imobilizado com essa cinta, para controlar a dor”, acrescentou o médico. A previsão é de que o atacante siga com o restante do elenco ainda nesta sexta-feira para Teresópolis.
A vitória por 2 a 1 sobre a Colômbia classificou o Brasil para a semifinal do Mundial, para encarar a Alemanha, na terça-feira, em Belo Horizonte. Grande nome da equipe de Luiz Felipe Scolari nesta Copa, Neymar deixa o torneio depois de ter marcado quatro gols.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Flávio registra candidatura com 65 propostas e pede campanha limpa

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A coligação Todos pelo Maranhão – que reúne o PCdoB, PSB, PTC, PPS, PDT, PSDB, PP, PROS e Solidariedade, com apoio da Militância Petista – registrou a candidatura a governador de Flávio Dino, com Carlos Brandão de vice e Roberto Rocha na vaga de senador. O registro foi realizado nesta quinta-feira (03) no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), em São Luís.

Juntamente com as candidaturas, foram registradas as 65 propostas da coligação, que foram debatidas ao longo de mais de um ano, em eventos realizados em mais de 100 cidades, com a participação de mais de 40 mil pessoas. Flávio Dino ressaltou que utilizará o período da campanha para mostrar que outro Maranhão é possível.
“É possível um Maranhão de todos nós. Vamos mostrar que temos propostas honestas capazes de efetivamente melhorar a vida das pessoas”, disse Flávio Dino. Para Flávio Dino, a expectativa é a melhor possível pela confiança e contribuição da população no Programa de Governo apresentado por ele. “Fizemos um grande movimento na pré-campanha. Nós temos um Programa de Governo de grande qualidade e tivemos uma convenção que reuniu 10 mil pessoas de todo o Maranhão. Todos que vieram, saíram com ânimo mais fortalecido para levar nossa mensagem a todas as regiões do nosso estado”, acredita.
Com registro de candidato a vice-governador do estado, Carlos Brandão destacou a força do momento que marca o pedido da população à alternância de poder no estado, com representação de todo o estado e o sentimento de mudança. “Todos os partidos estão unidos e dão a procuração para Flávio Dino fazer a verdadeira mudança que o Maranhão precisa. Flávio está preparado, é competente e tem vontade, e nós estamos ao seu lado para colaborar com o projeto”, reforçou.
“É isso que a gente precisa: fé e esperança. Hoje temos, acima de tudo, a vontade política do povo, que é a mudança do Maranhão inteiro. Vamos cair em campo, continuar visitando os municípios e pedir para que o povo ingresse nesse projeto que, com certeza, vamos dar virada nesse estado, não tenho dúvida”, afirmou Brandão.
Para primeiro suplente do Senado Federal, foi registrado o nome de Pinto da Itamaraty (PSDB) e Paulo Matos (PPS) como segundo suplente.
Campanha limpa
Liderando as pesquisas de intenção de voto com a média de 30 pontos, o oposicionista Flávio Dino prega uma campanha limpa no Maranhão, voltada para o que realmente importa para a população: propostas de desenvolvimento para o estado com justiça social. Ele, que tem sido vítima de constantes ataques da mídia ligada ao grupo Sarney, lamenta essa conduta irresponsável e defende a campanha voltada para o debate de ideias e propostas para o estado. “O sentimento que trazemos é de construir um estado mais justo para os maranhenses. Esse é o motivo da nossa luta e o que nos inspira a cada dia”, defendeu Flávio Dino.
O candidato Roberto Rocha declarou que a campanha será como a pré-campanha: limpa. “Será uma campanha de mobilização do estado todo. Dialogando com pessoas, fazendo com que as pessoas se sintam integradas ao projeto de mudança para o Maranhão. Vamos trabalhar para o Maranhão ter uma representação no Senado”, afirmou ele.
Durante o ato, estiveram presentes o prefeito de Timon, Luciano Leitoa (PSB); o vereador Roberto Rocha Júnior(PSB); o deputado estadual Marcelo Tavares (PSB); o pastor Porto, vice-prefeito de imperatriz e candidato a deputado federal pelo PPS; deputado federal e candidato a reeleição pelo Solidariedade, Simplício Araújo; Julio Pinheiro, candidato a deputado estadual (PCdoB); Marco Aurélio, vereador de Imperatriz e candidato a deputado estadual pelo PCdoB; Márcio Jerry, presidente estadual do PCdoB; Waldir Maranhão, deputado federal e candidato a reeleição pelo PP; e outras autoridades e lideranças.
com informações do blog do Clodoaldo Corrêa 
FIFA admite falhas no combate a atos racistas durante a Copa 
FIFA falhou por não aplicar ações antidiscriminação, reconhece vice-presidente 


O vice-presidente da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Jeffrey Webb, lamentou ontem (3) que a medida de combate à discriminação planejada para a Copa do Mundo não tenha sido executada. Durante entrevista à imprensa, Webb, que também é diretor da Força Tarefa Antidiscriminação da organização disse que os agentes que teriam a responsabilidade de identificar as práticas no campo e nas arquibancadas para auxiliar nas sanções ficaram de fora da Copa.
“Havia um plano, aprovado em março, que previa treinar esses oficias. Isso poderia ter sido feito de várias formas, como por organizações internacionais, além de especialistas da União das Federações Europeias de Futebol (Uefa)”, citou. “Claramente era uma prioridade, justamente devido aos exemplos que observamos [no Brasil]”, emendou, esclarecendo que os agentes teriam como única tarefa reportar os fatos e oferecer elementos para a aplicação de sanções.
A revelação do vice-presidente foi feita durante entrevista à imprensa sobre as ações da organização contra a discriminação no futebol. A Fifa vem sofrendo críticas por não ter punido casos suspeitos de xenofobia, como a entrada de torcedores com um símbolo nazista no jogo entre a Coreia do Sul e a Rússia e pela invasão do campo por um alemão com mensagem também de conotação nazista pintada no peito. Um episódio envolvendo a equipe técnica do Brasil e do Chile, no último sábado (28) também é investigado.
Presente na plateia, o diretor de Responsabilidade Social da entidade, Federico Addiechi explicou que, apesar de o plano ter sido aprovado, não houve tempo para preparar os oficiais. “Como podem imaginar, o treinamento de agentes para cada uma das 32 delegações não é algo que se possa fazer adequadamente em tão pouco tempo”, explicou. Ele disse que os especialistas da capacitação estão focados na realidade europeia, não na América do Sul, que sedia a Copa.
Ao comentar as críticas sobre a falta de atuação da Fifa nos casos levantados pelos jornalistas, o presidente do Comitê Disciplinar da entidade, Claudio Sulser, reconheceu que há dificuldade em confirmar a participação de cada envolvido para aplicar uma sanção. Porém, de maneira geral, classificou as ações documentadas pela imprensa como “inconvenientes”.
“São muitos os comportamentos inadequados. Quando vou a jogos de futebol, ouço insultos, gritos e refrões ofensivos, mas, claro, no final, é difícil sancionar. O comitê tenta adotar um comportamento coerente, mas se depara com dificuldades”, disse Susler.
Para combater o problema, o vice-presidente da Fifa reforçou que os agentes antidiscriminação seriam fundamentais. “Foi a perda de uma grande oportunidade” disse Webb.
Agência Brasil