Acusados de corrupção prefeito e primeira-dama de Turilândia ficam em silêncio durante oitiva
O prefeito afastado de Turilândia, Paulo Curió, e a primeira-dama, Eva Curió, optaram pelo silêncio ao participarem, na manhã desta sexta-feira, 9, de oitiva no Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), cuja sede fica localizada na na própria Procuradoria Geral de Justiça, no bairro do Jaracati, em São Luís.
Eles e outras 19 pessoas, dentre elas a vice-prefeita Tanya Mendes e os onze vereadores da cidade, estão presos preventivamente desde o dia 22 de dezembro após a deflagração da operação Tântalo, que apura esquema criminoso que teria desviado cerca de R$ 56 milhões dos cofres do município.
Paulo e Eva são apontados como chefes da suposta quadrilha que operava fraudando procedimentos licitatórios e utilizando empresas reais e de fachada.
Eles permanecem detidos no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, na zona rural da capital maranhense.
Dos 21 presos, apenas Gerusa de Fátima Nogueira Lopes, ex chefe do Setor de Compras da Prefeitura, prestou depoimento, negando qualquer envolvimento com o grupo criminoso.
Os demais mantiveram-se em silêncio.
Também já prestaram depoimentos Eustáquio Diego Fabiano Campos (médico e apontado como agiota), Clementina de Jesus Pinheiro Oliveira (pregoeira), Wandson Jonath Barros (contador), Janaina Soares Lima (ex-vice-prefeita), Marlon de Jesus Arouche Serrão (empresário), Tanya Karla Cardoso Mendes Mendonça (vice-prefeita), Hyan Alfredo Araújo Mendonça Silva e os vereadores José Ribamar Sampaio; Mizael Brito Soares; Nadianne Judith Vieira Reis; Daniel Barbosa Silva; Savio Araujo e Araujo; Jose Luis Araujo Diniz; Gilmar Carlos Gomes Araujo; Josias Froes; Carla Regina Pereira Chagas; Inailce Nogueira Lopes e Valdemar Barbosa.








