sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

 Acusados de corrupção prefeito e primeira-dama de Turilândia ficam em silêncio durante oitiva 

O prefeito afastado de Turilândia, Paulo Curió, e a primeira-dama, Eva Curió, optaram pelo silêncio ao participarem, na manhã desta sexta-feira, 9, de oitiva no Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), cuja sede fica localizada na na própria Procuradoria Geral de Justiça, no bairro do Jaracati, em São Luís.

Eles e outras 19 pessoas, dentre elas a vice-prefeita Tanya Mendes e os onze vereadores da cidade, estão presos preventivamente desde o dia 22 de dezembro após a deflagração da operação Tântalo, que apura esquema criminoso que teria desviado cerca de R$ 56 milhões dos cofres do município.

Paulo e Eva são apontados como chefes da suposta quadrilha que operava fraudando procedimentos licitatórios e utilizando empresas reais e de fachada.

Eles permanecem detidos no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, na zona rural da capital maranhense.

Dos 21 presos, apenas Gerusa de Fátima Nogueira Lopes, ex chefe do Setor de Compras da Prefeitura, prestou depoimento, negando qualquer envolvimento com o grupo criminoso.

Os demais mantiveram-se em silêncio.

Também já prestaram depoimentos Eustáquio Diego Fabiano Campos (médico e apontado como agiota), Clementina de Jesus Pinheiro Oliveira (pregoeira), Wandson Jonath Barros (contador), Janaina Soares Lima (ex-vice-prefeita), Marlon de Jesus Arouche Serrão (empresário), Tanya Karla Cardoso Mendes Mendonça (vice-prefeita), Hyan Alfredo Araújo Mendonça Silva e os vereadores José Ribamar Sampaio; Mizael Brito Soares; Nadianne Judith Vieira Reis; Daniel Barbosa Silva; Savio Araujo e Araujo; Jose Luis Araujo Diniz; Gilmar Carlos Gomes Araujo; Josias Froes; Carla Regina Pereira Chagas; Inailce Nogueira Lopes e Valdemar Barbosa.


 Carvalho Construções inicia obra residencial no Condomínio Village Park, reforçando sua credibilidade no setor de construção civil em Caxias

A Carvalho Construções, reconhecida por sua sólida trajetória de mais de 15 anos na construção civil, marca um novo capítulo em sua história com o início de uma grande obra residencial no Condomínio Village Park. 

Desde sua fundação, a Carvalho Construções se destaca pela velocidade na execução das obras e pela entrega de alta qualidade, cumprindo prazos e respeitando normas de segurança.

A credibilidade da construtora é sustentada pela transparência nas relações com clientes e parceiros, consolidando o respeito e a reputação conquistados ao longo dos anos.

Mais - Você que tá pensando em reformar ou construir o caminho certo é o da Carvalho Construções. Ligue [99] 98541-5340 falar com Alfredo Carvalho. 

 Rubão volta a pedir exoneração da Articulação Política do Maranhão 

Após meses de desgaste nos bastidores, o secretário de Articulação Política do Maranhão, Rubens Pereira, voltou a pedir exoneração do cargo nesta quinta-feira (8). O anúncio foi feito nas redes sociais e formaliza uma saída que, politicamente, já era considerada consumada.

Na publicação, Rubens recorreu ao discurso institucional: falou em coerência, compromisso com a vida pública e agradeceu ao governador Carlos Brandão pela confiança. Também exaltou o trabalho da equipe da secretaria e afirmou ter cumprido seu papel na articulação política do governo.

Desde outubro do ano passado, Rubens Pereira passou a ocupar uma posição incômoda na estrutura do governo estadual, depois que seu filho, o deputado federal Rubens Júnior (PT), rompeu publicamente com Carlos Brandão, em meio à crise provocada por áudios que revelavam uma suposta rede de pressão sobre o governo. Na ocasião, Rubens Júnior anunciou o afastamento político do pai, mesmo sem respaldo em ato oficial.

Na prática, Rubão permaneceu no cargo, mantendo uma nomeação que contrariava o novo alinhamento político do filho e expunha uma contradição dentro do próprio governo.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

 Prefeitura de Caxias realiza calçamento nos bairros Antenor Viana e Vila Paraíso

Agora eu vou andar de salto”, é com esse entusiasmo que Maria Ester, moradora da Rua Pará, no bairro Antenor Viana, comemora o novo calçamento. No local, a Prefeitura já iniciou a implantação dos blocos sextavados, meio fio e sarjeta. “Pra nós vai ser uma qualidade de vida agora”, destaca Maria Ester, moradora.

A rua que antes era apenas um grande areal, agora toma forma e deixa a população muito feliz. “Antigamente isso aqui era um areal, agora vai ficar excelente para toda a comunidade”, afirma Antônia Alexandra, moradora.

Os trabalhos de calçamento também estão sendo realizados na Rua da Páscoa, Residencial Vila Paraíso e Travessa Berenice Castelo, bairro Salobro. “Antes no lugar da escola tinha um matagal. A gestão está de parabéns pela escola e pelo calçamento que está sendo feito”, diz José de Arimatéia, agente comunitário de saúde e morador da Vila Paraíso.

 Lula participa de ato sobre o 8/1 sem cúpula do Congresso e STF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comandou, nesta quinta-feira (8), no Palácio do Planalto, a cerimônia que marcou os três anos dos atos golpistas de 8 de Janeiro, episódio que entrou para a história recente do país como um ataque direto às instituições democráticas. O evento reuniu ministros, aliados políticos e representantes de movimentos sociais, mas também evidenciou vazios institucionais significativos.

Chamou atenção a ausência dos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), além do presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, que optou por não comparecer. O STF realizou uma programação paralela para relembrar a data, num gesto que reforça a separação simbólica entre os Poderes, mesmo diante de um episódio que os atingiu simultaneamente.

Enquanto a solenidade ocorria no Salão Nobre, militantes, apoiadores do governo e integrantes de movimentos sociais se concentravam em frente à Praça dos Três Poderes, em um ato convocado pelo PT em defesa da democracia. A expectativa era de que Lula descesse a rampa do Planalto para cumprimentar o grupo, estimado em cerca de 3 mil pessoas.

O evento também foi atravessado por um forte pano de fundo político: a expectativa de que o presidente oficialize o veto ao Projeto de Lei da Dosimetria, aprovado pelo Congresso no fim de 2025, que reduz penas de condenados pelos atos golpistas e é visto no Palácio do Planalto como uma tentativa de reescrever a gravidade do 8 de Janeiro. Lula já sinalizou a aliados que deve barrar a proposta, mesmo sob risco de novo embate com o Legislativo.

Nos bastidores, o veto é tratado como um gesto calculado para reforçar a narrativa de que não haverá conciliação com o golpismo, ainda que o governo esteja empenhado em reduzir tensões com o Congresso após meses de disputas políticas.

Além da defesa da democracia, o discurso governista incorporou o tema da soberania nacional, especialmente após recentes episódios envolvendo a Venezuela e ações dos Estados Unidos na região. Para integrantes do governo, o ato de 8 de Janeiro passa a representar não apenas a condenação do passado, mas também um posicionamento político diante de disputas geopolíticas atuais.

 Brandão conversa com Felipe Camarão pelo WhatsApp, mas diálogo não avança 


Os bastidores políticos ficaram agitados com a informação de uma conversa do governador Carlos Brandão (sem partido) e o vice-governador, Felipe Camarão (PT). Apesar de não haver encontro pessoal, os dois trocaram mensagens. Do diálogo, nada avançou. Essa foi a última tentativa para um acordo visando a disputa eleitoral deste ano.

A tentativa de conversa começou ainda em dezembro. O governador Carlos Brandão chamou Felipe Camarão para conversarem no Palácio dos Leões. Por duas vezes, houve ligações para que o encontro pessoal acontecesse, mas não se consolidou.

E a retomada para um diálogo foi feita por “conselho” vindo lá de Brasília. Em conversa por telefone com Brandão, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, disse ao governador que ele tentasse mais uma vez dialogar com Camrão e tentar fechar um acordo. E assim Carlos Brandão fez.

Como dito mais acima, não houve encontro pessoal. O governador e o vice trocaram mensagens. A conversa foi para um acordo que, segundo os dinistas, somente favorece o próprio Brandão. De novo a tentativa de que Camarão renuncie ao mandato e assim teria o apoio do Palácio dos Leões para uma candidatura a deputado federal.

E de novo Felipe Camarão disse que não renuncia. Foi tudo em um tom amistoso, disseram os palacianos.

O fato é que para os aliados de Brandão, essa tentativa de uma acordo sem êxito encerra de uma vez as especulações sobre uma reaproximação entre palacianos e dinistas. Agora é cada um buscar seus rumos para as eleições de outubro.

Claro que tanto dinistas quanto palacianos buscam manter o apoio do presidente Lula (PT) no Maranhão. E, para isso, buscam diálogos constantes com a direção nacional petista.

Por fim, pelo que o cenário aponta, ficará para o início de abril mesmo as definições de rumos com o prazo de desincompatibilização findado. 

Com informações do Imirante.com

 Médico de Bolsonaro confirma traumatismo craniano 

O ex-presidente Jair Bolsonaro caiu ao caminhar e teve um traumatismo craniano leve, informou nesta quarta-feira (7) o médico Brasil Caiado. Ele é um dos profissionais que atende o ex-presidente. Bolsonaro retornou ao Hospital DF Star, em Brasília, após autorização concedida pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, para que ele deixasse a cela na Superintendência da Polícia Federal (PF) onde cumpre pena de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.

“Na madrugada de ontem[terça-feira], o presidente apresentou uma queda dentro de seu quarto da superintendência. Inicialmente, nós pensamos que fosse uma queda da cama, mas, posteriormente, conversando com ele, relembrando fatos, isso nos leva a crer que ele levantou, tentou caminhar e caiu”, informou o médico a jornalistas.

Bolsonaro fez exames e já retornou à Superintendência da PF, que fica a poucos quilômetros do hospital particular.

Um boletim divulgado pelo DF Star confirmou o traumatismo craniano leve, sem indicação de nenhuma intervenção mais complexa.

“Foi evidenciado nos exames de imagem leve densificação de partes moles na região frontal e temporal direita, decorrente do trauma, sem necessidade de intervenção terapêutica. Deverá seguir cuidados clínicos conforme definição da equipe médica assistente”, diz o texto assinado pelo cirurgião geral Claudio Birolini.

De acordo com o médico Brasil Caiado, a queda de Bolsonaro no quarto pode ser decorrente de quadros de desorientação causados pela interação entre diferentes medicamentos.

“Há uma suspeita inicial e nós já havíamos imaginado, que possa ser a interação de medicamentos. O presidente faz uso de vários medicamentos para tratamento da crise de soluços. Se esses quadros forem recorrentes, colocam o presidente em uma zona de maior risco”, explicou.

Há menos de uma semana, Bolsonaro havia tido alta do mesmo hospital, onde ficou internado por 8 dias, onde foi submetido a uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral, seguida de outros procedimentos para conter o quadro de soluços.