Educação negligenciada e gestão distante: críticas expõem realidade em São João do Sóter
Segundo ela, “já estamos praticamente na metade do mês de abril e, até o momento, as aulas não foram iniciadas de forma plena na rede municipal”. O atraso compromete diretamente o cumprimento do calendário letivo e agrava ainda mais os prejuízos educacionais enfrentados pelos alunos e suas famílias.
Luiza Moura destaca que o impacto dessa negligência é profundo e, em muitos casos, irreparável. Famílias inteiras são afetadas, especialmente aquelas que dependem da escola não apenas como espaço de aprendizado, mas também como suporte social.
Outro ponto levantado é a contradição na condução da gestão. A atual administradora, que possui formação avançada na área da educação, é criticada por não traduzir esse conhecimento em ações concretas. Para a ex prefeita, há um distanciamento entre discurso e prática, evidenciado pela situação enfrentada no município.
As críticas também se estendem à estrutura administrativa. Segundo a denúncia, há uma “farra de cabides de emprego”, com cargos sendo ocupados por pessoas apadrinhadas politicamente, enquanto parte significativa da população enfrenta desemprego, falta de assistência básica e abandono por parte do poder público.
Na avaliação de Luiza Moura, a gestão municipal estaria desconectada da realidade da população, “vivendo em um mundo paralelo”, guiada por interesses de imagem, ego e sustentada por um ambiente de bajulação, em vez de resultados concretos.
Diante desse cenário, a cobrança por responsabilidade, transparência e compromisso com a educação se intensifica. A população de São João do Sóter segue aguardando respostas — e, principalmente, soluções.









