Melhoria na infraestrutura chega ao bairro Seriema
terça-feira, 19 de maio de 2026
PT aponta Maranhão como estado problema para eleição de outubro
Nas três unidades da federação, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva encontram obstáculos para estruturar candidaturas competitivas ao governo e consolidar palanques robustos.
Em Minas Gerais, a indefinição em torno do senador Rodrigo Pacheco (PSB) segue travando as articulações petistas.
A legenda ainda aguarda uma posição definitiva do parlamentar sobre a disputa ao Palácio Tiradentes.
Nos bastidores, dirigentes admitem dificuldade para construir um plano alternativo.
A ex-prefeita de Contagem, Marília Campos (PT), embora tenha densidade eleitoral, é tratada como nome praticamente reservado para a corrida ao Senado Federal.
Outras possibilidades começam a ser ventiladas, entre elas o empresário Josué Alencar (PSB) e o ex-procurador-geral de Justiça Jarbas Soares Júnior, aliado próximo de Pacheco.
O ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, também aparece no radar das articulações. Entretanto, interlocutores apontam que eventual composição com o PDT dependeria de um movimento direto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
No Maranhão, o cenário também é considerado delicado pelo PT. O ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), lidera as movimentações e mantém discurso de independência, evitando alinhamentos nacionais mais claros.
Já o governador Carlos Brandão decidiu permanecer no comando do Executivo estadual e trabalhar a viabilidade do nome do sobrinho, Orleans Brandão (MDB).
O grupo governista, no entanto, sofreu fissuras após o rompimento político com o campo ligado ao ministro do STF, Flávio Dino.
Antigo aliado de Brandão, o PT deverá apostar no vice-governador Felipe Camarão, que, segundo avaliações internas, ainda não conseguiu apresentar desempenho eleitoral competitivo.
Em Goiás, a deputada federal Adriana Accorsi (PT) é tratada como alternativa para a disputa estadual, embora sua candidatura ainda não tenha sido oficializada.
No entanto, o campo da esquerda avalia que enfrentará dificuldades diante da força política do vice-governador Daniel Vilela (MDB), apontado como herdeiro político do governador Ronaldo Caiado (União Brasil), além da presença do ex-governador Marconi Perillo (PSDB) no cenário sucessório.
Orleans Brandão participa de reunião com pré-candidatos do Podemos e fortalece diálogo com a legenda no estado
Participaram ainda da reunião Ricardo Murad, Sônia Campos, Rosângela Sousa, Márcio Coelho, Tharciane Garcês, Olívia Oliveira, Helton Mesquita, Leonilde Santos, Jehanylce de Sousa, Melquizedec Oliveira, Raimundo Júnior, Guilherme Oliveira, Vanice Alves, Walber Rodrigues, Igor Paiva.
Na ocasião, Orleans Brandão destacou a importância da união de forças e da construção de alianças pautadas no diálogo e no compromisso com o desenvolvimento do Maranhão.
“Recebo com muita alegria e responsabilidade o apoio e a parceria do Podemos. É por meio do diálogo e da construção conjunta que vamos seguir fortalecendo esse projeto para o Maranhão. Nosso compromisso é caminhar ao lado das lideranças, somando experiências e trabalhando em parceria em prol do nosso estado.”, disse Orleans.
“Foi um encontro muito importante, em que reunimos todos os pré-candidatos da nossa chapa com o pré-candidato ao Governo do Estado, Orleans Brandão. Nossa chapa está preparada para a disputa, com nomes experientes, que já participaram de eleições em diferentes esferas e que chegam fortalecidos para este novo momento”, afirmou Macedo.
Renovação e Responsabilidade: o compromisso da Equatorial com o novo ciclo do Maranhão
Por Sérvio Túlio Santos
Presidente da Equatorial Maranhão
Ao olhar para esse novo ciclo que se inicia, é impossível não pensar em toda a trajetória construída no Maranhão ao longo dos últimos 22 anos. Quem conhece a realidade do estado sabe que falar de energia aqui nunca foi apenas falar de infraestrutura. Sempre foi falar de pessoas, de distâncias, de desafios sociais e, principalmente, de transformação.
O Maranhão possui dimensões continentais, comunidades isoladas, regiões de difícil acesso e uma diversidade social enorme. Levar energia de qualidade para todos esses lugares exige investimento, planejamento, persistência e, acima de tudo, compromisso com as pessoas que vivem aqui.
Ao longo dessas mais de duas décadas, vimos muita coisa mudar. E tenho muito orgulho de ter acompanhado de perto parte importante dessa transformação. O Maranhão alcançou 99,4% de universalização do acesso à energia elétrica, um avanço que representa inclusão, desenvolvimento e dignidade para milhares de famílias. Hoje, a disponibilidade de energia no estado chega a 99,8%, refletindo uma evolução concreta da qualidade e da confiabilidade do serviço prestado à população.
A infraestrutura elétrica evoluiu, o sistema foi modernizado, novas subestações foram construídas, a rede se expandiu e a energia chegou a milhares de famílias que antes viviam sem esse acesso básico dentro de casa.
Mas os números, por mais importantes que sejam, não contam tudo.
O que mais me marca nessa caminhada são as histórias que encontramos pelo caminho. São estudantes que passaram a conseguir estudar à noite, pequenos comerciantes que ampliaram seus negócios, produtores que aumentaram sua capacidade de produção e famílias que passaram a viver com mais dignidade, segurança e oportunidades.
Nada disso acontece sozinho. Essa trajetória também é resultado do trabalho diário de milhares de pessoas que constroem a Equatorial Maranhão todos os dias. Lideranças, equipes técnicas, eletricistas, atendentes, engenheiros, parceiros e colaboradores que enfrentam longas distâncias, desafios operacionais e condições complexas para garantir que a energia chegue à casa de milhões de maranhenses.
Mais do que uma operação, construímos ao longo do tempo uma cultura baseada em compromisso, responsabilidade e proximidade com as pessoas. E acredito que essa cultura foi fundamental para que a empresa pudesse evoluir e acompanhar as transformações do Maranhão.
É claro que ainda existem desafios. Eles fazem parte da complexidade de operar em um estado como o Maranhão. E talvez seja justamente isso que torna essa renovação tão importante: ela representa a continuidade de um trabalho que precisa ser permanente, próximo da população e preparado para acompanhar o crescimento do estado.
Hoje, o Maranhão vive um novo momento econômico, com expansão do agronegócio, crescimento das cidades e aumento da demanda por infraestrutura. E o setor elétrico tem um papel essencial nesse processo.
Por isso, renovar a concessão não significa apenas olhar para o passado e reconhecer avanços. Significa, principalmente, assumir a responsabilidade pelo futuro.
Os próximos 30 anos exigirão uma operação ainda mais moderna, resiliente e centrada nas necessidades do cliente. Nosso foco seguirá sendo o investimento contínuo na expansão e modernização da rede elétrica, com atenção especial à resiliência do sistema diante dos desafios climáticos, cada vez mais presentes e intensos. Também queremos avançar ainda mais em inovação, digitalização e melhoria da experiência do cliente, tornando o serviço mais ágil, eficiente e próximo da população. O novo ciclo da concessão reforça justamente essa visão: evoluir continuamente a prestação do serviço, sempre com foco na satisfação dos maranhenses.
Seguiremos investindo, modernizando a rede, ampliando a capacidade do sistema e buscando soluções para atender cada vez melhor a população maranhense. Mas seguiremos também ouvindo as pessoas, entendendo as necessidades de cada região e trabalhando para construir uma operação mais eficiente, humana e próxima dos clientes.
Tenho muito orgulho da trajetória construída até aqui. E ainda mais responsabilidade sobre o que queremos construir daqui para frente.
Porque, no fim das contas, distribuir energia é também ajudar a construir oportunidades, desenvolvimento e qualidade de vida para milhões de pessoas.
Flávio Bolsonaro cai seis pontos e tem 41,8% contra 48,9% do presidente Lula após caso Dark Horse
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) caiu seis pontos percentuais desde abril e acumula 41,8% das intenções de voto contra 48,9% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um eventual segundo turno da eleição presidencial, segundo pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta terça-feira (19).
No último levantamento, Flávio tinha 47,8%, enquanto o petista somava 47,5%.
A nova rodada da pesquisa foi feita após a divulgação do áudio entre pré-candidato do PL e ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Lula ainda lidera outros quatro eventuais cenários de segundo turno: contra Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Jair Bolsonaro (PL), que se encontra inelegível e cumpre pena por tentativa de golpe de estado.
Foram ouvidas 5.032 pessoas, por meio de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR), entre os dias 13 e 18 de maio.
A margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06939/2026.
Povoado Descanso recebe manutenção na iluminação pública
A modernização da iluminação pública com tecnologia LED também contribui para uma melhor visibilidade, maior durabilidade dos equipamentos e redução no consumo de energia, beneficiando diretamente a população. A gestão municipal destacou que o trabalho de manutenção e troca da iluminação pública segue acontecendo de forma contínua em diversos bairros e povoados do município, assegurando mais qualidade de vida, segurança e mobilidade para os caxienses.
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Flávio Dino diz ter sido ameaçado de morte por funcionária de companhia aérea
Agência Brasil
De acordo com Dino, a funcionária disse a um agente da polícia judicial que tinha a “vontade de xingá-lo”. Em seguida, ela acrescentou que seria “melhor matar do que xingar”.
“Recentemente, uma funcionária de uma empresa aérea, ao olhar um cartão de embarque com meu nome, manifestou a um agente de polícia judicial a vontade de me xingar. Em seguida se corrigiu: disse que seria melhor matar do que xingar. Como não a conheço, nem ela me conhece, é claro que tais manifestações derivam de minha atuação no STF”, informou Dino.
O ministro também fez um apelo para que as empresas façam campanhas de educação cívica, principalmente, às vésperas das eleições de outubro.
“Cada um tem sua opinião, suas simpatias e o seu voto individual. Mas, um cidadão não pode ter receio de sofrer uma agressão de um funcionário de uma empresa, ao consumir um serviço ou produto. Pode ter sido um caso isolado. Porém, com o andar do calendário eleitoral, pode não ser. Então é melhor prevenir”, completou.
Fachin
Em nota à imprensa, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, condenou a ameaça sofrida por Dino.
Fachin prestou solidariedade ao ministro e afirmou que a divergência de ideias não pode abrir espaço para o ódio, à violência e à agressão pessoal.
“Impõe-se reafirmar os valores da civilidade, da tolerância e da paz social. O Brasil precisa de serenidade, espírito público e compromisso democrático, para que as diferenças possam coexistir dentro dos limites do respeito mútuo e da dignidade humana”, afirmou.
Procurada pela Agência Brasil, a assessoria do ministro não forneceu detalhes sobre a ocorrência.










