Maranhão reduz feminicídios, mas segue com taxa acima da média
O índice maranhense também avançou em relação a 2023, quando era de 3,8, enquanto o Brasil contabilizou 3.642 mulheres assassinadas no ano passado, queda de 6,7% frente ao levantamento anterior.
No Nordeste, o Maranhão aparece em patamar superior à média brasileira e próximo de estados como Ceará, Bahia e Pernambuco, que registraram algumas das maiores taxas da região.
O estudo também mostra que 35,2% dos homicídios de mulheres no Brasil ocorreram dentro de residências, percentual estável em relação a 2023. As mulheres negras seguem como as principais vítimas, sendo 2.457 assassinadas em 2024, o equivalente a 67,5% dos homicídios femininos no país.
Além disso, 293.842 mulheres foram vítimas de violência não letal, com 64% dos casos em contexto doméstico.
