sábado, 15 de agosto de 2026

 Taxa de desocupação no Maranhão recua, diz IBGE


A taxa de desocupação no Maranhão recuou no 2º trimestre de 2026 na comparação com o trimestre imediatamente anterior.

Desde 2022, no Maranhão, tem sido comum a taxa de desocupação do 2o trimestre do ano ser inferior à do 1o trimestre.

No Brasil, desde 2021, assim tem prevalecido. Para um 2o trimestre de ano, desde o início da série, em 2012, a taxa de desocupação no 2o trimestre de 2026 no Maranhão foi a menor.

Além disso, a taxa de desocupação do 2o trimestre de 2026 (6,0%) somente foi menor do que a taxa dos 4os trimestres de 2013 e de 2025, ambos com 5,6%.

A diminuição da taxa de desocupação no 2o trimestre de 2026 em relação ao trimestre imediatamente anterior foi de 0,9 ponto percentual (p.p.).

No 1º trimestre de 2026, a taxa de desocupação no Maranhão tinha sido de 6,9%.

No Brasil, a taxa de desocupação no 2° trimestre de 2026 foi de 5,4% e, assim como se deu no Maranhão, foi a menor para um 2o trimestre desde o início da série histórica, em 2012.

Ademais, essa taxa de desocupação do 2° trimestre de 2026 somente foi menor do que a do 4o trimestre de 2025 (5,1%).

Em todas as cinco Grandes Regiões Geográficas (GRG’s) do País houve movimento de queda na taxa de desemprego no 2o trimestre de 2026 no cotejamento com o trimestre imediatamente anterior.

A maior taxa de desocupação no 2o trimestre do ano foi detectada na região Nordeste (7,6%) e assim tem sido desde o início da série histórica em 2012. Era de 8,4% no 1o trimestre de 2026. A menor, 3,2%, foi observada na região Sul.

Salienta-se que, dentre as 9 Unidades da Federação (UFs) da região Nordeste, a taxa de desemprego do Maranhão (6,0%) foi superior apenas aos casos do RN (5,6%) e PB (5,4%).

Em quase todas as 27 UFs, a taxa de desemprego no 2o trimestre de 2026 foi menor do que no trimestre imediatamente anterior. Exceção foi o RS, de 4,0% foi para 4,2%. Porém, em 13 das 27 UFs, incluindo o Maranhão, o movimento de queda foi estatisticamente mais significativo, e, em outras 14, mesmo no RS, a tendência foi mais de estabilidade do ponto de vista de uma análise estatística mais rigorosa. No Brasil, o movimento foi de efetiva queda na taxa de desocupação na passagem do 1° para o 2° trimestre do ano.

A maior taxa de desocupação no 2o trimestre de 2026 foi observada no AP: 9,8%.

Depois do AP, cinco UFs da região Nordeste apareceram no ranking com maiores taxas de desocupação, começando pelo BA (9,1%) e terminando com SE (7,9%).

A menor taxa de desemprego no 2o trimestre de 2026 foi detectada em SC: 2,1%.